sexta-feira, 30 de abril de 2010

EUA - Soneto de Antonio Guerrero

Queridos amigos solidários de todas as partes do mundo, quero compartilhar com vocês este Soneto dedicado ao Dia do Trabalhador, sei que nem todos os países se celebra igualmente, porém vocês, os que defendem as causas justas, o estarão celebrando reclamando por um mundo melhor.



Recebam desde estas cinco prisões nossa admiração e agradecimento por sua solidariedade com os 5 e com o povo de Cuba.




SONETO A NUESTRO PUEBLO AMADO EN UN TRASCENDENTAL 1ro DE MAYO.




Olas de manos, ponto de banderas.


Canto de viva luz, escala ardiente.


Aurora emancipada del poniente.


Relámpago esparcido por palmeras.


Ramo de sueños, árbol sin fronteras.


Paloma sideral y combatiente.


Estrella edificada en la vertiente.


Polen  de las urgentes primaveras.


Bastión invicto, roca de la altura.


Largo surco entre ráfagas labrado.


Independencia sobre la espesura.


Caballo de la paz enamorado.


Revolución de geografía pura.


Patria y humanidad, mi pueblo amado.






Um abraço fraternal de Os Cinco,




Gerardo Hernandez.


Fernando Gonzalez.


Ramón Labañino.


Rene Gonzalez.


Antonio Guerrero.




Penitenciária de  Florence, Colorado.


20 de Abril de 2010.

terça-feira, 20 de abril de 2010

ALBA - Discurso de Raul Castro


A história comum de dois séculos nos ensina que apenas temos uma alternativa: unirmo-nos, lutarmos e vencermos
● Discurso proferido pelo presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Raúl Castro Ruz, na 9ª Cúpula da ALBA-TCP, efetuada na República Bolivariana da Venezuela, em 19 de abril de 2010, "Ano 52 da Revolução"



(Tradução das versões estenográficas do Conselho de Estado)



CARO e prezado companheiro Hugo Chávez Frias, presidente da República Bolivariana da Venezuela;

Caros e prezados chefes de Estado e de Governo aqui presentes;

Delegados e convidados;

Venezuelanos e venezuelanas:

Estamos emocionados por estar na Venezuela hoje 19 de abril, comemorando o 200º aniversário do início da luta libertadora que significaram as lutas pela independência nas colônias espanholas na América.

Foi o embrião dum primeiro processo integrador da América Latina, pois Bolívar compreendeu muito precocemente o destino dos povos de nossa região. Todo o que fazemos agora pela integração da América Latina e do Caribe começou precisamente aqui, um dia como hoje, há dois séculos.

Aproveito a oportunidade para, em nome do povo cubano e de Fidel, transmitir a todos os venezuelanos e venezuelanas nossa sincera felicitação nesta data memorável e a eterna gratidão perante a memória de seu herói principal, o Libertador Simón Bolívar, de quem Martí disse "... em calma não se pode falar daquele que não viveu jamais nela: de Bolívar se pode falar com uma montanha por tribuna, ou entre relâmpagos e raios, ou com um feixe de povos livres no punho e a tirania descabeçada aos pés...!"

Hoje também tem lugar a Cúpula da Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América, que fazemos neste momento e outros companheiros estiveram trabalhando nos últimos dias nos documentos que nos foram apresentados, organização integradora de novo tipo, fiel seguidora do legado de nossos próceres. A ALBA continua avançando de maneira sustentada para saldar a dívida social com nossos povos.

A declaração de vários de seus Estados membros como territórios livres de analfabetismo; a formação de recursos humanos, especialmente nas áreas de saúde e de educação; o estudo clínico genético psicossocial de pessoas com deficiências, obra de enorme impacto humano, são alguns dos processos que sobressaem em nossa Aliança.

Os avanços na integração comercial e financeira, assim como os esforços em pós da soberania energética, alimentar, tecnológica e noutras áreas chaves da economia, são também contribuições destacadas de nossa organização.

Coincide também hoje 19 de abril — como lhes dizia há um instante — com o 49º aniversário da vitória do povo cubano perante a invasão mercenária da Baía dos Porcos, a primeira derrota do imperialismo neste hemisfério. Em apenas 72 horas, sob a condução direta do Comandante-em-chefe da Revolução Cubana, Fidel Castro Ruz (Aplausos), nossos combatentes das Forças Armadas e os milicianos, mediante enérgicos contra-ataques e ininterruptas ações, fizeram render o contingente invasor, selecionado e treinado pela Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos e apoiado pela frota naval norte-americana que os protegeu até as costas cubanas e teve que se resignar e ser testemunha do estrepitoso descalabro daquela aventura.

Há apenas alguns dias nossa imprensa, rememorando a data, recordava-nos a grande campanha na mídia que acompanhou a agressão militar, primeiro tentaram fazer ver que em 15 de abril de 1961 os bombardeios às bases aéreas por aviões pintados com as insígnias cubanas, foram realizados por nossos pilotos, supostamente inconformados com o rumo da Revolução. Em 17 de abril quando se iniciou a invasão, as agências de imprensa norte-americanas difundiam todo tipo de mentiras, por exemplo, afirmavam que a segunda cidade de Cuba, Santiago de Cuba, já estava nas mãos dos invasores, que nossa milícia estava dispersa, que Fidel era foragido e eu estava detido, chegaram ao absurdo de informar ao mundo a tomada do porto da cidade de Bayamo que, por sinal, não tem costa e é situada no centro da antiga província de Oriente, a mais larga do país. Essa campanha nos recorda a de agora e as contínuas campanhas que fazem contra muitos dos países aqui presentes.

A Revolução Cubana em seus 50 anos não pôde ser nem será destruída com o bloqueio, a subversão e a mentira. Cuba, tal como a Venezuela, Bolívia, Nicarágua e Equador, num grau ou outro, são o alvo preferido de ferozes e caluniosas campanhas na mídia, organizadas e financiadas pelos centros do poder hegemônico nos Estados Unidos, as oligarquias locais e, nalguns casos, a União Europeia.

Já vimos, há menos de um ano, como foi executado um golpe de Estado em Honduras, país então integrante da ALBA, com a cumplicidade e o apoio do imperialismo e seus instrumentos da comunicação social. Nossos povos devem aprender as lições que derivam destes fatos e não se deixarem confundir nunca pelos cantos de sirene a que somos submetidos a diário nem ceder jamais à chantagem nem à pressão.

A experiência do longo e doloroso caminho percorrido na história comum de dois séculos nos ensina que apenas temos uma alternativa: unirmo-nos, lutarmos e vencermos (Aplausos).

Adiro às palavras, que também pronunciou Evo, de felicitação ao povo venezuelano, a todos os representantes que participaram desse magnífico desfile de hoje que nos encheu de emoção do princípio a fim (Aplausos e exclamações), e ver um povo puro já armado, além de suas gloriosas Forças Armadas que podem ver-se avançando a olhos vistos; ver os estudantes presentes no desfile e nas tribunas, os camponeses, os operários, as múltiplas manifestações culturais, muitas delas ou a maioria desconhecida pelo menos por mim e que demonstram a riqueza deste povo, igual que os outros povos irmãos do continente. Tudo isso que vi, apesar de tê-lo feito pessoalmente, quero ver de novo num vídeo, como se diz, num DVD, para desfrutá-lo melhor, porque as câmeras de televisão tomam — como me dizia Chávez — muitas vistas melhores e que escapam a nós ali presentes.

Para concluir, quero me somar também a um viva às Forças Armadas e ao povo armado venezuelano! (Exclamações de: "Viva!")

Viva o 200º aniversário do início das lutas libertadoras de nossa América! (Exclamações de: "Viva!")

Vivam as gloriosas mulheres venezuelanas que hoje vimos marchar com elegância, prestância e beleza! (Exclamações de: "Viva!")

Viva a Revolução Bolivariana! (Exclamações de: "Viva!")

Viva Chávez! (Exclamações de: "¡Viva!")

Muito obrigado.

Fonte: www.granma.cu

segunda-feira, 19 de abril de 2010

MG - 28/5 Encontro dos Amigos de Cuba

A Associação Cultural José Martí / MG convida:


Encontro dos amigos de Cuba contra a agressão midiática.



Dia 28 de maio 6a Feira às 19:30 horas


Local: Casa do Jornalista


Av. Álvares Cabral - 400 - Centro - Belo Horizonte - MG









EXPOSIÇÃO E DEBATE






· Imprensa Internacional versus Revolução Cubana


Análise da recente ofensiva midiática contra Cuba


Expositores:


Jornalista Beto Almeida - TELESUR


Luis Carlos Bernardes - TV Bandeirantes






· 50 anos de Luta, Solidariedade e Integração com os Povos


História do Instituto Cubano de Amizade com os


Povos - ICAP


Expositor:


Juan Carlos Machado Barrios - ICAP







· Direitos Humanos - Os cinco heróis cubanos presos injustamente nos EUA


Apresentação de vídeo


Expositor:


José Vieira - ACJM-MG







· Informações sobre a XVIII Convenção Nacional de Solidariedade a Cuba em Porto Alegre-RS nos dias 4, 5 e 6 de junho ( Corpus Christi )


Expositora:


Miriam Gontijo - ACJM-MG



RJ - 20/4 Palestra Prof. Zuleide

IAB Instituto dos Advogados Brasileiros.

A Evolução Histórica dos Direitos Sociais, a partir do Século XX.

Palestrantes: Profª Zuleide Faria de Melo – Brasil.

Prof. Miguel Canderón Fernandez – Costa Rica.

Evento organizado pela Comissão Permanente de Direito Constitucional.

Dia: 20 de Abril (terça-feira)
Horário: das 10 as 12:30
Local: Plenário do IAB, av. Marechal Câmara 210, 5ª andar, Castelo, RJ

Apoio: Centro Cultural do IAB

Informações: www.iabnacional.org.br

sábado, 17 de abril de 2010

CUBA - 49 ANOS DE SOCIALISMO

Cubanos comemoram proclamação do socialismo.



Havana, 17 de abril (RHC).- Milhares de cubanos se concentraram ontem em Havana para comemorar a proclamação do caráter socialista da Revolução. O comício decorreu na esquina das ruas 23 e 12, no mesmo lugar onde em 1961 o líder Fidel Castro denunciou os planos de invasão militar do país, que se tornaram realidade no dia seguinte com o ataque pela Baia dos Porcos.

No ato, Ana Judith Área, primeira-secretária da União de Jovens Comunistas em Havana, denunciou as manobras do imperialismo para destruir a Revolução cubana. “Em 16 de abril de 1961 o povo cubano estava preparado para a luta”, disse a dirigente juvenil, e recordou que na véspera aviões fornecidos pelo governo dos EUA tinham bombardeado vários aeroportos desta Ilha com o objetivo de facilitar a invasão militar mercenária.

No comício falou também Lazara Mercedes López Acea, primeira-secretária do Partido Comunista nesta capital, que se referiu ás campanhas atuais contra Cuba nos grandes meios de imprensa internacionais. “Hoje, com muito mais poder, o imperialismo ianque fabrica novos mercenários que se prestam a seus desígnios macabros, e desencadeia outra campanha de difamação”, indicou a dirigente política.

Fontes: RHC, AIN, GRANMA, TRABAJADORES, JUVENTUD REBELDE, PL.

domingo, 11 de abril de 2010

CUBA - Editorial do GRANMA

Defenderemos a verdade com a nossa moral e nossos princípios

O império e seus aliados embarcaram numa nova cruzada para tentar demonizar Cuba. Sua poderosa maquinaria política e da mídia pôs em andamento uma colossal operação de engano com o objetivo de desacreditar o processo revolucionário, desestabilizar o país e criar as condições para a destruição do nosso sistema social.

Na febricitante campanha empregam seus mercenários à vontade. Para obter vergonhosos dividendos políticos, os lançam à morte, sem importar-lhes nem um pouco esses seres humanos; como nunca lhes importou a morte de 3 mil cubanos por causa dos atos terroristas organizados e financiados pelos Estados Unidos, nem o destino dos mais de dois mil compatriotas mutilados por esses atos abomináveis, nem os cidadãos que pereceram no estreito da Flórida ao se lançarem em infaustas aventuras atrás dos cantos de sereia da assassina Lei de Ajuste Cubano.

Invocam cinicamente os direitos humanos que espezinham hoje impunemente em diversas partes do mundo. Acusam hipocritamente a Revolução da morte de uma pessoa, preso comum a quem vestiram de preso político, por obra e graça das campanhas anticubanas e dos vultosos recursos e meios que a ela se dedicam, sacrificado para servir de ponta de lança no intuito de denegrir a nação que mais esforços fez por salvar vidas no mundo, pois enviou milhares de seus abnegados trabalhadores da saúde a colaborarem em mais de uma centena de países, nos lugares mais difíceis; a Revolução que não duvidou nem um segundo em oferecer seus médicos para socorrer os cidadãos de New Orleans e de outras cidades do sul, após a passagem devastadora do furacão Katrina; a que oferece estudos superiores a jovens que não teriam conseguido formar-se em suas nações, incluindo vários dos Estados Unidos; a Revolução que pôs à disposição internacional um método inovador de alfabetização que permitiu a milhões de pessoas em diversos países da América Latina e o Caribe, Europa, África e Oceania acederem ao sagrado direito do ensino e do conhecimento.

A Revolução Cubana atuou consequentemente sob princípios éticos, políticos e morais, seguindo os ensinamentos de Fidel. O respeito ao ser humano é a essência do nosso sistema e sempre foi uma das chaves de apoio popular ao processo, desde os heróicos dias da Serra Maestra, quando sempre foi respeitada a vida dos prisioneiros inimigos. Apesar da política invariável de hostilidade e agressão constante do império, desde a invasão armada, as sabotagens terroristas e os planos de atentados contra Fidel e nossos líderes, até a promoção da subversão e o genocida bloqueio econômico, comercial e financeiro que dura já cinco décadas , a Revolução jamais assassinou, torturou ou fez desaparecer nenhum de seus inimigos.

Podem dizer o mesmo os governos dos Estados Unidos e dos países europeus que se se esgoelam criticando Cuba e a condenam como se fossem virgens vestais? Que podem dizer do milhão de mortos no Iraque e dos milhares de vítimas no Afeganistão, pelas guerras ilegais ali travadas? Como podem explicar os cárceres secretos e as torturas aos supostos terroristas? Que fundamento legal sustenta os assassinatos seletivos que os Estados Unidos levam a cabo contra seus inimigos, em diversas partes do mundo, com uma força especial dirigida nestes anos pelo mesmo general que agora comanda as tropas no Afeganistão? Como podem justificar a morte, nestes últimos cinco anos, de mais de cem imigrantes que estavam sob custódia do Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas dos Estados Unidos? Que direito humano sustenta as surras brutais aos representantes dos movimentos sociais que protestavam quando da Cúpula do Clima em Copenhague ou contra os estudantes californianos que reclamavam mais orçamento e menos pagamentos na educação? Quem supervisiona o trato vexatório que se dá aos imigrantes nos centros de detenção disseminados pela Europa? Por acaso o Congresso dos Estados Unidos, o Parlamento Europeu e os partidos de direita do Velho Continente, que hoje se mostram tão preocupados com Cuba, ficaram alarmados, denunciaram ou condenaram estas escandalosas violações dos direitos humanos?

O que lhes inquieta verdadeiramente é a fortaleza moral da Revolução, sua fidelidade aos princípios, seu crescente prestígio na nossa região, onde se converteu em importante ator de impulso ao processo de integração, seu atuar inteligente e sereno para enfrentar as duras conseqüências da crise econômica internacional e do bloqueio, sua clareza no que é preciso mudar ou que deve ser mudado, com o objetivo de conquistar para o nosso povo toda a justiça, como pedem Fidel e Raúl.

Por isso, o império e seus aliados europeus concertam planos, coordenam o trabalho de seus serviços especiais, enviam seus diplomatas às ruas para monitorarem o trabalho assalariado na Ilha, incrementam as verbas para a subversão política em Cuba. Somente a USAID recebeu US$ 20 milhões, neste ano, para entregar aos grupelhos contra-revolucionários e para financiar o acosso da mídia contra Cuba.

Agora centram sua cínica campanha num único grevista — cujos delitos comuns e atos contrarrevolucionários foram denunciados no jornal Granma, em 8 de março passado — a quem está sendo oferecida toda a atenção médica qualificada.

Seu show ganha dimensão mundial enquanto silenciam cinicamente a crueldade e antecedentes criminosos, as agressões e ameaças de morte a uma doutora do hospital onde trabalhou, e a surra a um idoso indefeso, quem teve que ser submetido a uma cirurgia de urgência em consequência das lesões recebidas. Armam alvoroço também em torno das denominadas Damas de Branco, que se prestam ao jogo do inimigo e se sustentam com dólares salpicados de sangue cubano, fornecidos, entre outros, pelo terrorista Santiago Alvarez Fernández Magriñá, quem pretendeu fazer explodir o cabaré "Tropicana" e é o "benfeitor" em Miami de Luis Posada Carriles. Por isso, não é estranho pensar que o autor da destruição à bomba do avião de passageiros da Cubana de Aviação e de outros execráveis atos saísse há poucos dias em Miami expressando seu apoio às Damas de Branco, cuja única sanção até hoje foi o repúdio contundente e enérgico do nosso povo nas ruas.

Receber dinheiro de uma organização terrorista é uma felonia severamente castigada nos Estados Unidos. Atuar a serviço de uma potência estrangeira também é. Os delitos dos chamados dissidentes não têm nada a ver com a liberdade de opinar, mas sim com a colaboração a soldo com a superpotência inimiga, em seus planos contra nossa nação. A todos foi lhes provado que receberam, direta ou indiretamente, fundos do governo dos Estados Unidos e de não poucas fundações européias que colaboram com a política de guerra contra Cuba.

O que aconteceria a estes "dissidentes" se no país de seu amo fizessem as tarefas que fazem em Cuba? O Código Penal dos EUA prevê uma pena de 20 anos para aquele que preconizar o derrubamento do governo ou da ordem estabelecida; dez anos para quem emitir falsas declarações, com o objetivo de atentar contra os interesses nacionais nas suas relações com outra nação, e três anos para quem mantiver "correspondência ou relação com um governo estrangeiro (...) com a intenção de influir em sua conduta (...) sobre um conflito ou uma controvérsia com os Estados Unidos.

O inimigo utiliza todas as armas de pressão. Utiliza a chantagem política e ordena a eliminação de todos aqueles que pretendam ser solidários com Cuba. Tenta calar qualquer voz que discrepe de seus ditames. Esquece até sua cacarejada "liberdade de expressão" para obrigar Google a fechar o blog digital de um intelectual cubano que denunciou, com fortes argumentos, os verdadeiros propósitos políticos da campanha contra nossa Pátria.

Nada nos surpreende. São os mesmos métodos perversos postos em prática há 50 anos quando o presidente Eisenhower aprovou o Plano de ações encobertas contra Cuba.

Como disse Raúl no encerramento do 9º Congresso da União dos Jovens Comunistas (UJC):

"Mais de meio século de combate permanente ensinou nosso povo que vacilar é sinônimo de derrota.

"Jamais cederemos à chantagem de nenhum país ou conjunto de nações, por poderosas que sejam, custe o que custar. Se pretendem encurralar-nos, saibam que saberemos defender-nos, em primeiro lugar, com a verdade e os princípios"..."Temos exemplos demais em nossa história!".

Vamos lutar com nossas ideias, em nossas ruas e em todos os palcos internacionais.

Em 10 de maio próximo vão receber do nosso povo e de seus trabalhadores uma contundente e evidente resposta de apoio à Revolução!

Defenderemos a verdade com nossa moral e nossos princípios!

sexta-feira, 2 de abril de 2010

CUBA - A luta pelos CINCO continua

Campanha prepara edição de mais 20.000 postais pela libertação dos Cinco.



Os 20.000 cartões postais distribuídos pelo Comitê Internacional pela Liberdade dos Cinco Cubanos não foram suficientes. De acordo com o comitê, a campanha, lançada em janeiro, recebeu a adesão de pessoas de vários países e, agora, prepara-se para a edição de mais 20.000 postais.

Com a lista de dez Prêmios Nobel e com a mensagem "Presidente Barack Obama, estamos esperando sua assinatura", a Campanha tem o objetivo de solicitar ao governo estadunidense a liberdade dos cinco cubanos presos. Os cartões, escritos em inglês e em espanhol, são enviados de todas as partes do mundo a Casa Blanca.

Argentina, Áustria, Canadá, Itália, Líbano, México, Peru, Porto Rico, Ucrânia, Rússia, África do Sul, Espanha, França, República Dominicana, Guatemala, El Salvador, Chile e Venezuela são apenas alguns países que já se mobilizaram e pediram os cartões ao Comitê. Outros países, como Portugal, Turquia e Suíça, estão imprimindo e editando os postais no próprio idioma.

As demandas surgiram até mesmo dos Estados Unidos. Segundo o Comitê, Colorado, Illinois, Massachussets, Novo México, Nova Iorque, Texas, Washington DC, Los Angeles, San Diego, San Francisco, San José e Santa Bárbara foram algumas localidades que já pediram cartões para também participar da campanha.

Por conta das adesões, os cartões já se esgotaram. Agora, o Comitê pretende editar mais 20.000 para distribuir e dar continuidade à Campanha. "Mais além do silêncio dos grandes meios e da atual administração, Obama não poderá ignorar os milhares de cartões desde todos os cantos do planeta e em diferentes idiomas que estão inundando o escritório oval da Casa Blanca", acredita.



Para ajudar

Como todos os postais são distribuídos gratuitamente aos países e demais comitês que lutam pela libertação dos Cinco cubanos, o Comitê recebe doações para a edição e a impressão dos cartões. Para doar, os interessados devem escrever para: info@thecuban5.org.


Mais informações em: http://www.thecuban5.org/PostcardCampaign.html

Fonte: Karol Assunção para Adital