sábado, 17 de maio de 2014

5 Heróis Cubanos - Folheto em Três Idiomas


Retirado de ACJM-RS

Parceria estratégica com Cuba traz para Portugal tratamentos inovadores na área da reabilitação




A Câmara Municipal de Vila Real de Santo António e o Grupo Hospital Particular do Algarve inauguraram, esta terça-feira, dia 13 de maio, o Centro Médico Internacional de Vila Real de Santo António, uma estrutura de excelência que dotará a cidade algarvia com um conjunto de serviços e tratamentos médicos inovadores, desenvolvidos em parceria com os serviços de saúde cubanos.
Além de oferecer um serviço de atendimento permanente, várias especialidades médicas e meios complementares de diagnóstico, o equipamento, localizado no Complexo Desportivo de VRSA, afirma-se como uma referência nacional e internacional na área da medicina física de reabilitação e desportiva.
A equipa multidisciplinar luso-cubana é composta por médicos fisiatras, ortopedista, fisioterapeutas e preparadores físicos reconhecidos internacionalmente, todos com larga experiência na reabilitação de atletas de renome nacionais e estrangeiros.
De acordo com Luís Gomes, presidente da Câmara Municipal de VRSA, «esta estrutura dá seguimento aos acordos de cooperação estabelecidos – desde 2008 – entre os serviços de saúde da República de Cuba e o Município de VRSA e beneficia do know-how de médicos especialistas, terapeutas e profissionais nas áreas da medicina física e reabilitação».
«É com base nestas excelentes referências que dezenas de pessoas continuam a procurar em Cuba uma última solução para os seus problemas de saúde. Entendemos, por isso, que estava na altura de trazer este conhecimento de Cuba para Portugal, particularmente para Vila Real de Santo António», nota Luís Gomes.
O novo espaço médico, hoje inaugurado na presença do presidente da Câmara Municipal de VRSA, Luís Gomes, da embaixadora de Cuba em Portugal, Johana Tablada de la Torre, e do presidente do conselho de administração do HPA, João Bacalhau, ficará repartido por dois pisos do Complexo Desportivo onde se incluem diversos gabinetes de consultas, salas de tratamentos vocacionadas para a medicina física e de reabilitação, uma sala de raio-x, um gabinete de enfermagem, uma sala de observação e gabinetes de consultas de especialidade.
Terá uma vasta oferta de consultas externas como nutrição, pediatria, dermatologia, reumatologia, urologia, obstetrícia, clínica geral, otorrinolaringologia, psicologia, oftalmologia, reumatologia, medicina e radiologia dentária, entre outras especialidades, possuindo acordos com subsistemas de saúde.
A área da Medicina Física e de Reabilitação engloba consultas especializadas relacionadas com lesões musculares e tendinosas e problemas neurológicos ou respiratórios e integra médicos fisiatras, fisioterapeutas, terapeutas da fala, terapeutas ocupacionais e neuropsicólogos que operam com modalidades inovadoras e em múltiplas áreas de intervenção.
O Centro irá também disponibilizar uma consulta específica para situações ou síndromes de dor crônica ou recorrente, cujas intervenções serão baseadas em novas abordagens, minimamente invasivas mas com resultados eficazes.
Quanto à Medicina Desportiva, será dirigida tanto para atletas de alta competição, tanto para atletas amadores, incluindo qualquer modalidade.
Com estas novas valências, o Complexo Desportivo amplia ainda mais a sua projeção junto das centenas de atletas de alta competição que anualmente ali efetuam estágios de preparação, permitindo a consolidação do projeto de turismo de desporto que há décadas se iniciou em VRSA, agora no binómio turismo-saúde.
Recorde-se que o município de VRSA foi pioneiro no envio de pacientes a Cuba, em 2007, altura em que, em Portugal, esperava-se 4 anos para conseguir uma consulta de oftalmologia e aproximadamente 8 anos para uma operação às cataratas.
Progressivamente, os tratamentos alargaram-se às áreas da reabilitação física, dermatologia e neurocirurgia, provocando roturas em áreas em que a resposta do SNS fica aquém das verdadeiras necessidades das utentes.
Por: Município de Vila Real de Santo António
Retirado de Planetalgarve

sábado, 3 de maio de 2014

Declaração do Ministério das Relações Exteriores de Cuba


O Minrex repudia energicamente a manipulação de um tema tão sensível como o terrorismo internacional para torná-lo instrumento da política contra Cuba e exige que se exclua definitivamente nosso país desta lista espúria, unilateral e arbitrária que significa uma afronta ao povo cubano e desacredita o próprio governo dos Estados Unidos.

Em 30 de abril, o Departamento de Estado dos Estados Unidos publicou seu relatório por Países sobre Terrorismo correspondente ao ano 2013, que reiterou a absurda designação de Cuba como “Estado Patrocinador do Terrorismo”, por trigésima segunda ocasiãoContudo, o Departamento de Estado não tem outra opção que reconhecer em seu próprio relatório que em 2013, “o governo de Cuba apoiou e auspiciou negociações entre as FARC e o governo da Colômbia com o objetivo de conseguir um acordo de paz entre ambas as partes”; que “não há informação de que o governo cubano tenha subministrado armamento ou dado treinamento paramilitar a grupos terroristas”; e que “membros de ETA residentes em Cuba foram recolocados com a cooperação do governo espanhol”.
Ainda assim, considerações de caráter político e a necessidade de justificar, custe o que custar, o bloqueio, fracassado e unanimemente rejeitado pela comunidade internacional, se impõem à racionalidade uma vez mais.
Como único pretexto para apoiar esta acusação caluniosa contra Cuba, o Departamento de Estado alude à presença em nosso país de “foragidos” da justiça estadunidense, nenhum dos quais, vale esclarecer, tem sido acusado de terrorismo. A alguns destes cidadãos se lhes concedeu asilo legitimamente, enquanto outros que cometeram delitos nos Estados Unidos, foram devidamente julgados e condenados, e decidiram residir em Cuba depois de cumprir as sanções.
O governo de Cuba ratifica que o território nacional jamais tem sido utilizado nem se utilizará para receber terroristas de nenhuma origem, nem para organizar, financiar ou perpetrar atos de terrorismo contra nenhum país do mundo, incluindo os Estados Unidos. Da mesma forma, rejeita e condena energicamente qualquer ato de terrorismo, em qualquer lugar, circunstância e quaisquer que sejam as motivações que se exponham.
É o governo dos Estados Unidos que emprega o terrorismo de Estado como arma contra países que se opõem a sua dominação, utiliza métodos repudiáveis como a tortura e emprega tecnologia militar de ponta, incluídos aviões não tripulados, para executar extrajudicialmente supostos terroristas, inclusive cidadãos estadunidenses, causando, além disso, numerosas mortes de inocentes entre a população civil.
Cuba é um desses países que por defender sua independência e dignidade, sofre durante décadas as consequências de atos terroristas, organizados, financiados e executados no território dos EUA, com um saldo de 3.478 mortos e 2.099 deficientes.
Cuba. América Latina, o Caribe e o mundo jamais esquecerão que é o governo dos EUA que continua dando refúgio a terroristas de origem cubana, como Luis Posada Carriles, autor intelectual do primeiro atentado terrorista contra a aviação civil no hemisfério ocidental, que provocou a explosão em pleno vôo, frente as costas de Barbados, de um avião da Cubana de Aviação, em 6 de outubro de 1976 e a morte de seus 73 passageiros.
Contraditoriamente, mantém em prolongada e injusta prisão os lutadores contra o terrorismo Gerardo Hernández, Ramón Laba;ino e Antonio Guerrero, por delitos que não cometeram.
O Ministério das Relações Exteriores rejeita energicamente a manipulação de um tema tão sensível como o terrorismo internacional para torná-lo instrumento da política contra Cuba e exige que se exclua definitivamente nosso país desta lista espúria, unilateral e arbitrária que é uma afronta ao povo cubano e desacredita o próprio governo dos Estados Unidos.

Havana, 30 de abril de 2014
Retirado de GRANMA

sexta-feira, 2 de maio de 2014

MILHÕES DE CUBANOS PARTICIPAM DE DESFILES NO PRIMEIRO DE MAIO

Tradução: Alexandre Haubrich / Jornalismo B
Milhões de cubanos inundaram hoje as praças, ruas e avenidas de cidades e povoados para celebrar o Dia Internacional dos Trabalhadores, no qual foram exibidas as mais diversas iniciativas próprias desse tipo de celebração. Um grande ambiente festivo se respirou nas ruas de Havana, onde desfilou a classe trabalhadora portando cartazes referentes à data e fazendo soar apitos, matracas, tambores e outros instrumentos musicais.
Foto: Juvenal Balán / Granma
Foto: Juvenal Balán / Granma
Correspondeu aos moradores de Santiago serem os primeiros a começar sua marcha patriótica, às sete horas da manhã, e meia hora depois na Praça da Revolução José Martí, na capital, e no resto do país, começou o desfile popular de operários, estudantes, donas de casa, combatentes, camponeses, artistas e jovens. O General de Exército Raúl Castro Ruz, Primeiro Secretário do Comitê Central do Partido e Presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, encabeçou a celebração na capital do país.
Em vários estados foram os trabalhadores da saúde que encabeçaram as mobilizações, nas quais os participantes levaram bandeiras, cartazes, faixas, maquetes representativas das produções e serviços realizados em alguns centros, e casacos com as cores do país. Particularmente no desfile da capital, atrás deles marcharam sucessivamente representantes da construção, educação, ciência e esportes, comunidades, civis da defesa, turismo, transporte, administração pública e dos restantes sindicatos, acompanhados por vizinhos de cada município da capital.
Mais de 50 mil jovens trabalhadores, estudantes e combatentes foram os últimos a marchar, no que foi uma jornada histórica, já que a cada ano aumenta a mobilização popular da nação. Seus preparativos começaram pouco depois que o presidente Raúl Castro, na sessão de fechamento do XX Congresso da Central dos Trabalhadores Cubanos (CTC), em fevereiro passado, convocou os cubanos a, neste Primeiro de Maio, fazer tremer a terra. Raúl exortou, então, a realizar um desfile popular de condenação à ingerência do governo estadunidense e de apoio à Revolução Bolivariana, chavista, e a seu presidente constitucional Nicolás Maduro.
Retirado de Jornalismo B.