sábado, 30 de maio de 2015

Cuba sai de uma lista onde nunca deveria ter estado

Cuba teve que esperar 33 anos por um simples ato de justiça que se levou a cabo nesta sexta-feira, quando o Depar­tamento de Estado estadunidense oficializou a saída de Cuba da lista de países patrocinadores de terro­rismo interna­cional.
Em 1982 o então presidente Ro­nald Rea­gan incluiu, arbitrariamente, Cuba nesta lista unilateral por seu apoio à causa revolucionaria na América Latina e no mundo.
Apesar das mudanças geopolíticas ocorridas desde então, a Ilha seguiu aparecendo ano após ano nos informes, sem que as sucessivas administrações fizessem qualquer esforço em encontrar uma justificativa para o severo regime de sanções a que são submetidas as nações que Washington considera “patrocinadoras de terrorismo”.
Durante as últimas três décadas não importou que o Estado cubano tenha ratificado todas as convenções e protocolos sobre esta matéria que foram promovidos pela ONU, nem a proposta ao governo dos Estados Unidos de cooperar no enfrentamento do terrorismo, nem que se mostrasse as provas de como Cuba tem sido vítima de centenas de ataques terroristas que ocasionaram a morte de quase quatro mil pessoas.
Ontem o porta-voz do Departamento de Estado, Jeff Rathke, confirmou o que todo o mundo estava esperando desde que o presidente dos EUA, Barack Obama, solicitou a revisão da inclusão de Cuba nesta lista, como parte dos anúncios de 17 de dezembro passado que incluíram um acordo para iniciar o processo de restabelecimento de relações diplomáticas e a abertura de embaixadas.
“O prazo de 45 dias de notificação ao con­gresso expirou e o  Secre­tário de Estado tomou a decisão final de rescindir a designação de Cuba como Estado Pro­mo­tor de Terro­ris­mo, que se torna efetiva hoje, 29 de maio”,  detalhou o porta-voz. E reconheceu o óbvio, que a decisão de eliminar “a designação de Cuba  como Es­tado Patro­cinador de Terrorismo re­flete nossa avaliação de que Cuba cumpre com os requisitos estabelecidos pela lei para a rescisão”.
As autoridades enfatizaram que a medida entra em vigor imediatamente, embora ainda falte sua publicação  no diário oficial  estadunidense, o Re­gistro Federal.
De acordo com o Departa­men­to de Estado, os EUA mantem “preocupações e divergências significativas” com Cuba em di­versos assuntos, mas estas não qualificam como critérios necessários para manter a inclusão.
Ainda assim surgem algumas vo­zes críticas, como o ex-governador da Flórida Jeb Bush, possível aspirante presidencial republicano, que qualificou a decisão de Obama como “concessão unilateral” a Cuba.
O senador democrata de origem cubana Ro­bert Menéndez, um dos mais ferrenhos opositores a qualquer medida de aproximação com Cuba, foi ainda mais longe na sua crítica ao atual mandatário e disse que “esta política perigosa e equivocada está causando que os Estados Unidos comprometa valores fundamentais”.

O BLOQUEiO CONTINUA
Como foi assinalado pelos analistas e inclusive pelas próprias autoridades estadunidenses, a definitiva ex­clusão desta lista não implica em um alívio do bloqueio econômico, co­mercial e financeiro.

A complexa teia legal que compõe o bloqueio se sobrepõe a muitas das medidas incluídas no regime de sanções da lista terrorista.
A exportação de equipamento militar e de tecnologia de uso dúbio (civil e militar), o outorgamento de assistência exterior e o desenvolvimento de programas de ajuda governamental, a concessão de empréstimos e créditos por parte de instituições fi­nanceiras internacionais e a apro­vação de sistemas de preferências e tarifas co­merciais, entre outras me­didas, seguirão em vigor para Cuba, apesar da sua exclusão da lista, em cumprimento das leis e regulações do bloqueio.
A agência AFP cita o próprio Rathke quando assegura que a re­moção não suspende os efeitos do bloqueio. “É um passo importante. Mas permitam-me destacar que o embargo, que é um  assunto legal, permanece efetivo”.
Neste sentido, Rathke disse que “existe uma rede de restrições e sanções que tem sido aplicadas durante anos e que não guardam relação com a lista sobre países que promovem o terrorismo”.
Ainda assim, da justa decisão da administração Obama se desprendem vários efeitos posi­tivos.
Por um lado, se eliminarão algumas possibilidades de que se apresentem de­mandas espúrias contra o go­ver­no cubano, amparadas nas leis antiterroristas estadunidenses, para ob­ter sentenças compensatórias que permitem se apropriar de ativos congelados. Além disso, a saída da lista terrorista, com seu efeito simbólico e político, poderia ter certo im­pacto para as operações fi­nan­cei­ras ex­ternas cubanas, dada a mudança na percepção de risco em desenvolver vínculos com Cuba.

COMEMORAÇÃO PELA NOTÍCIA
Meios de imprensa e personalidades de varias partes del mundo comemoraram a notícia.

O presidente da Bolívia, Evo Mo­­rales, assegurou à agência boliviana ABI que demonstra que a Ilha “é um país pacifista”.
Por fim Cuba foi excluída dessa lista. Felicitou ao povo cubano e seus comandantes pela unidade, por defender a dignidade de Cuba”, disse.
O ex-presidente uruguaio José Mujica, em visita a Espanha, tam­bém comemorou a decisão.
As notas de imprensa recolhem opiniões como a do especialista do Escritório de Washington sobre a Amé­rica Latina, Geoff Thale, o qual opi­nou que a remoção “põe ponto final a uma barreira de longa data  em nossas relações e pavimenta o caminho para que as duas partes discutam suas diferenças sem as vendas da Guerra Fria”.
O influente diário estadunidense  Wall Street Journal assinala que, apesar do passo desta sexta-feira, outras restrições vão se manter de pé e recorda o chamado de Oba­ma ao congresso para trabalhar pelo levantamento do bloqueio.
A página digital de Granma também tem recebido dezenas de co­mentários desde que saiu publicada a informação na manhã de ontem.
O usuário José R. Oro assegura que “Cuba deu um passo extraordinário para sair da rede com a qual os poderosos inimigos do país tem tratado de prendê-la e esmagá-la econômica e socialmente”.
“Esses inimigos estão cada dia mais confinados na extrema direita estadunidense e são, cada vez mais, só uma sombra de sua passada prepotência.
Para Cuba, sair dessa lista a qual nunca deveria ter pertencido, é um desagravo histórico e um dia de comemoração para todos”, reforçou.
Entretanto, Arturo López refere que esses passos civilizados, unidos à opinião pública dos EUA e da maioria dos representantes e senadores do Congresso deste país, começam a gerar condições ainda mais favoráveis para desmontar o bloqueio.
“Saímos de uma lista de on­de jamais deveríamos ter entrado, é uma grande alegria para todos os cubanos de aqui, de lá e de onde estejam”, assina­la, de sua parte, Juan López.
Retirado de GRANMA

EUA anunciam retirada oficial de Cuba da lista de países patrocinadores do terrorismo

Cuba saiu da lista de países patrocinadores do terrorismo nesta sexta-feira (29/05). O anúncio formal foi realizado pela chancelaria do Departamento de Estado em uma nota. Até o momento, o governo cubano não se posicionou sobre o assunto.
“O prazo de 45 dias de notificação ao Congresso expirou e o secretário de Estado tomou a decisão final de rescindir a designação de Cuba como Estado promotor do Terrorismo, que se torna efetiva hoje, 29 de maio”, como declarou o porta-voz do Departamento de Estado, Jeff Rathke, na nota.
Agência Efe

Obama e Raúl Castro durante reunião bilateral no marco da VII Cúpula das Américas
O texto diz ainda que os Estados Unidos mantêm “significativas preocupações e divergências” com Cuba em diversos assuntos, mas eles estão fora dos critérios relevantes” à manutenção do país na lista.
A saída de Cuba da lista de patrocinadores do terrorismo — onde permanecem apenas Irã, Síria e Sudão — se baseia no fato de que a ilha “não proporcionou nenhum suporte ao terrorismo internacional nos últimos seis meses” e além disso, “deu garantias de que não os apoiará no futuro”.
Informe em abril
Em 14 de abril, três dias após se encontrar com o presidente Raúl Castro, o mandatário dos Estados Unidos, Barack Obama, enviou ao Congresso um informe no qual manifestava a intenção de retirar Cuba da lista de países patrocinadores do terrorismo. A partir da data, os parlamentares tinham 45 dias para analisar e responder ao documento, embora a decisão final coubesse à Casa Branca.
A medida foi renovada pelos EUA ao longo de 33 anos, sob o protesto de Havana e de diversos blocos integracionistas da região. A retirada do país da relação é considerada como sendo fundamental para dar continuidade ao processo de normalização das relações entre ambos os países, iniciado em 17 de dezembro, e a consequente abertura das respectivas embaixadas.
Agência Efe

Obama visitou 
Ermita de Cobre, símbolo do exílio cubano em Miami
A manutenção de Cuba na lista era o mecanismo jurídico que legitimava a imposição de sanções, como a proibição da venda e exportação de armas, e impedia que o país tivesse acesso aos recursos do Banco Mundial e de outros órgãos internacionais.
Retirado de Opera Mundi

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Convenção Nacional de Solidariedade a Cuba - Recife, 4 de junho de 2015 - Programação Completa

Faça a inscrição para a Convenção aqui. [Atualizado às 8 horas de 26/05/15.]


Confira a programação da XXII Convenção Nacional de Solidariedade a Cuba:

Atração / Atividade
Data / Local / Horário
Primeiro dia – Quinta - 4 de junho

Inauguração de exposição fotográfica “Fidel é Fidel”.
Palavras de Roberto Hamilton Diretor de América Latina e Caribe do ICAP
04.06.15 / Prefeitura de Olinda / 16:00h
Solenidade de abertura
Palavras de Marielena Ruiz Capote, Embaixadora de Cuba
04.06.15 / Auditório da AESO - Olinda / 18:00h
Bloco carnavalesco da Convenção
04.06.15 / na rua em frente à Prefeitura / 20:00h
Segundo dia – Sexta - 5 de junho

Inauguração de exposição de pinturas Bien Venidos! do pintor pernambucano Helder Beserra.
05.06.15 / Auditório da FCAP / 9h00
Palestra “O bloqueio Financeiro, Econômico e Comercial dos Estados Unidos contra Cuba. Acabou?” Marielena Ruiz Capote, Embaixadora de Cuba
05.06.15 / Auditório da FCAP / 09h15
Debate sobre o tema acima
05.06.15 / Auditório da FCAP / 09h45
Cuba Solidaria Bate papo sobre a cooperação médica Internacional de Cuba. Cristina Luna, Chefe da Brigada Médica Cubana no Brasil

05.06.15 / Auditório da FCAP / 10h00
Debate sobre o tema acima
05.06.15 / Auditório da FCAP / 10h30
Café
15 min
Palestra A atualização do modelo socialista cubano. Mudanças em Cuba? Qual finalidade?
José Luis Rodríguez, Economista Cubano

05.06.15 / Auditório da FCAP / 10h45
Debate sobre o tema acima
05.06.15 / Auditório da FCAP / 11h45
Encerramento da manhã - Show cultural (Marron Brasileiro com o show: “Simplesmente Chico na voz de um brasileiro”)
12h30
Painel com as principais ações do movimento de solidariedade do Brasil com Cuba, nos últimos 2 anos e projeções do futuro com a participações das entidades de solidariedade dos diferentes Estados
05.06.15 / Auditório da FCAP / 14h30
Troca de experiências sobre a necessidade de organização de brigadas e o fortalecimento das ações de intercâmbio com Cuba.
05.06.15 / Auditório da FCAP / 15h30
Discussão da próxima sede da convenção de solidariedade
05.06.15 / Auditório da FCAP / 16:30h
Terceiro dia – Sábado - 6 de junho

Abertura e formação da mesa
06.06.15 / Auditório da FCAP / 09h00
Painel “Mídia, Internet, Redes Sociais, um novo espaço de solidariedade com Cuba” Altamiro Borges Jornalista, presidente do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, Rafael Freire jornalista do jornal A Verdade, Presidente do Sindicato dos Jornalistas da Paraíba e Diretor da FENAJ, Roberto Arrais, jornalista responsável do jornal O Poder Popular, Valter Pomar, Jornalista.
06.06.15 / Auditório da FCAP / 09h15
Debate sobre o tema acima
06.06.15 / Auditório da FCAP / 09h45
“Fechamento de Guantânamo— Devolução para Cuba” Painel sobre o fechamento da base militar de Guantânamo conduzido por Maria do Socorro Gomes Coelho – Presidente CEBRAPAZ
06.06.15 / Auditório da FCAP / 10h15
Debate sobre o tema acima
06.06.15 / Auditório da FCAP / 10h45
Discussão da próxima sede da convenção de solidariedade e Aprovação da Declaração de Recife
12h
Encerramento manhã
12h30
Painel Cuba, a juventude e o socialismo.Conduzido por Ricardo Guardia Lugo. Presidente OCLAE
06.06.15 / Auditório da FCAP / 14h15
Debate sobre o tema acima
06.06.15 / Auditório da FCAP / 14h45
Café
06.06.15 / Auditório da FCAP / 15:00h
Palestra A libertação dos cinco heróis cubanos e o movimento internacional de solidariedade com Cuba; mesma luta, novos desafios.
Roberto Cesar Hamilton, Diretor para América Latina e Caribe do ICAP
06.06.15 / Auditório da FCAP / 15h15
Show artístico de encerramento com Nonô Germano, Claudionor Germano, Guazapa, Liv Moraes e a atração Cubana Alexey Martinez.
06.06.15 / Estacionamento da FCAP / 17:00h em diante.
Noite Cubana (Show com Salsamerica, Sonora de Cuba e Dj NK Cumbia)
21h / Calidus Recepções – Av. Rio Branco, 66, Recife Antigo.

Veja chamada:


Outra informações no site oficial.

Retirado de SOLIDÁRIOS

terça-feira, 19 de maio de 2015

José Martí: 120 anos da morte do Apóstolo de Cuba

“Ya nos falta el mejor de los compañeros y el alma podemos decir del levantamiento...!”. Com esta frase Máximo Gómez em seu Diário de Campanha se referia à morte de Martí.


Reprodução
Esta terça-feira (19) marca os 120 anos de morte de José Martí Esta terça-feira (19) marca os 120 anos de morte de José Martí 

O Herói Nacional de Cuba caiu em combate em 19 de maio de 1895. Na manhã daquele fatídico dia aconteceu um sangrento confronto entre as forças lideradas pelo general Máximo Gómez e uma coluna espanhola com mais de 800 soldados.

Apesar de Martí ter ordens de não participar deste enfrentamento, ele não obedeceu e, ávido por entrar em combate, rapidamente foi abatido por diversas balas.

Desde muito jovem Martí começou a manifestar suas inquietudes sociais, patrióticas e independentistas, que o levaram a ser condenado, já aos 16 anos de idade, a seis anos de prisão e trabalhos forçados.

Em 15 de janeiro de 1875 é exilado na Espanha. Logo em sua chegada a Madri publica seu ensaio “O presídio político em Cuba”, no qual apresenta uma fundamentada e destemida denúncia das atrocidades do regime colonial.

Tudo em Martí foi uma grande entrega à causa da independência de sua pátria. Seu tom poético, sua preocupação moral e a grande simpatia que havia em seu espírito deram magnitude mundial à sua valiosa existência. É por isso que conquistou o direito de ser o Apóstolo de nossa independência.

Escreveu sobre a plena dignidade do homem, a qual definiu como um conceito ético, cuja formação depende da cultura, esta que chegou a usar como um elemento base para seu projeto emancipador. Foi claro e preciso quando advertiu sobre o perigo de copiar normas políticas ou soluções estrangeiras para resolver os problemas internos, Desta forma deu à cultura o protagonismo
na política.

Os incrédulos pensaram que com seu desaparecimento físico a revolução também morreria, mas a história tem demonstrado, até nossos dias, que suas ideias e exemplo seguem presentes.

O Herói Nacional é um exemplo a ser seguido por homens de dignidade; suas palavras continuam sendo modelo de conduta, são normas de cubanismo, fórmulas de superação individual e coletiva.

A extraordinária clareza e a certeza de pensamento “martiano” permitiu ao líder histórico da Revolução cubana, Fidel Castro, nomeá-lo, mais de meio século depois, o autor intelectual da nova etapa de luta pela independência definitiva iniciada em 26 de julho de 1953.

Os restos mortais do Apóstolo cubano José Martí repousam no cemitério Santa Ifigênia, em Santiago de Cuba, e em cada aniversário de seu falecimento o povo lhe faz inúmeras homenagens por ser o mais universal dos cubanos.

Ilustrações singelas retratam, de forma artística, o significado de José Martí para o povo da América Latina: 














Retirado de VERMELHO

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Fotos e vídeo do 1° de Maio - direto de Havana, Cuba






































Milhões nas ruas de Cuba no Dia Internacional do Trabalhador [+ vídeos]

Trabalhadores cubanos unidos na construção do Socialismo. Por Ricardo Hevia/Granma

Do Comitê Carioca de Solidariedade a Cuba, direto de Havana

O desfile do 1° de Maio, celebrado na Praça da Revolução, contou com representação e apoio de todos os sindicatos de todas as categorias profissionais de Cuba. Encerrado com a participação dos jovens trabalhadores do país, foi a eles dedicado, por seu protagonismo na tarefa de manter e atualizar o socialismo cubano. 
Maduro, ao lado de Raúl Castro, presente no 1º de Maio cubano. 
Por  Ismael Francisco/CubaDebate

A data também foi marcada, nesse 2015, pelo apoio massivo ao povo venezuelano, contando inclusive com a presença do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. A comemoração foi especialmente majestosa já que, pela primeira vez, em 16 anos, TODOS OS CINCO CUBANOS que permaneceram injustamente presos em cárceres estadunidenses, durante todo esse período, abriram o desfile! 

Os Cinco na Praça da Revolução. Por Ismael Francisco/CubaDebate

Junto aos Cinco, participaram da abertura os trabalhadores da área da saúde, que se destacam atualmente por sua participação no combate ao ebola, no continente africano – e, de forma mais geral, por sua missão internacionalista estabelecida desde o início da Revolução. Nos dias de hoje, os médicos cubanos estão presentes em mais de 60 países ao redor do mundo. 

Milhões nas ruas de Havana. Por Ricardo Hevia/Granma

O caráter internacionalista é o que marca, distintivamente, o Dia dos Trabalhadores em Cuba: hoje, em todo o país, mais de 2 mil amigos da Revolução Socialista, de aproximadamente 70 países de todos os continentes, participaram das comemorações. Junto a milhões de cubanos, exigiram o fim do bloqueio econômico a Cuba e denunciaram seu caráter injusto, genocida e terrorista. Para os cubanos, a grande vitória no marco das novas relações com os EUA, é o expressivo aumento de demonstrações de solidariedade de diversos povos, em diferentes países. Graças a essa solidariedade – que jamais se poderá bloquear – as manifestações do Primeiro de Maio foram, em 2015, especialmente festivas e coloridas! 

Com informações da TeleSUR.

Discurso de Ulises Nacimiento, Secretário Geral da Central de Trabalhadores de Cuba (CTC)

 

Transmissão da TV Cubana:

Parte I
  

 Parte II 

Parte III