ENTIDADES DE SOLIDARIEDADE A CUBA NO BRASIL COMEMORAM O DIA DA REBELDIA CUBANA - 26 DE JULHO

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ATIVIDADES REALIZADAS PELAS ENTIDADES DE SOLIDARIEDADE A CUBA NO BRASIL - JULHO 2020 PARA COMEMORAR O DIA DA REBELDIA CUBANA – 26 DE JULHO


23/07/2020 - LIVE às 12h - ACJM-RJ convida a todos para assistir “SIEMPRE 26 DE JULIO” com Mata Salas (Consul de Cuba EM SP), Gustavo Moreira (ACJM-RJ)
https://www.youtube.com/watch?v=uwjyNog4B6

23/07/2020 – ATO ás 15h - NESCUBA E CDR internacionalista convidam ao ATO EM HOMENAGEM AOS 67 ANOS DO ASSALTO O QUARTEL MONCADA – na TV Comunitária - Canal 12(NET) 
https://www.youtube.com/watch?v=L3B7bi-UfiE

25/07/2020 - LIVE às 15h - ACJM-GRANDE ABC convida para assistir “A FORMAÇÃO MÉDICA E O SISEMA DE SAÚDE EM CUBA” com Maria Auxiliadora Cesar (Dora NesCuba), Bruna Buava (médica ELAM) e Silvana Gomes (ACJM-grande ABC) 
https://www.facebook.com/watchparty/320218222686124/?entry_source=USER_TIMELINE

25/07/2020 - LIVE às 17h - LADO B do Rio convida "Dia da Rebeldia Cubana" com Pedro Monzon, Fagner Torres, Carmen e Mariana
https://www.youtube.com/watch?v=pQAXoEq7zQM

25/07/2020 - FESTA VIRTUAL às 22h – REDH-Brasil  e entidades solidárias a Cuba convidam para o lançamento da canção ELOGIO ÀS BRIGADAS MÉDICAS HENRY REEVE de Felipe Redicetti (compositor / arranjador) e Marcelo Biar  (homenageado especial)  com a participação especial de Adolfo Pérez Esquivel (Premio Nobel da Paz 1980)  e Leonardo Boff (Teólogo). Mediadora: Marília Guimarães (aberta a todas as entidades amigas de Cuba)  
https://www.youtube.com/watch?v=kMJ8EP4185U&t=59s

26/07/2020 - LIVE às 17h - MPSC convida para “ANIVERSÁRIO DA REBELDIA” com Pedro Monzon (cônsul de Cuba -SP), Emir Sader e Larissa Gould 
https://www.facebook.com/mpscsolidariedadeacuba/videos/682097065708176/

26/07/2020 - LIVE às 18h – ACJM-RN e Resistencia (cervejaria) convidam para assistir “RESISTÊNCIA CUBANA” – Show com a banda TRIADE REBELDE
https://www.saibamais.jor.br/triade-rebelde-celebra-em-live-musica-latinoamericana/

26/07/2020 - ATO às 18h – ACJM-RS convida para o ATO POLÍTICO CULTURAL (Lançamento da Campanha pelo prêmio Nobel da Paz às Brigadas Médicas Henry Reeve) aniversário de 67 anos do assalto ao quartel Moncada e de 36 anos da ACJM-RS 
https://www.facebook.com/AssociacaoCulturalJoseMartiRS/videos/3446136828777465/

26/07/2020 - ATO às 20h - Boletim da Revolução Brasileira A Revolução Cubana e o combate à Covid-19 - Angelica Lovatto, da Revolução Brasileira em São Paulo, e Maurício Mulinari, da Revolução Brasileira em Florianópolis, conversam ao vivo com Pedro Monzón Barata, Cônsul Geral de Cuba.
https://www.facebook.com/RevolucaoBrasileiraPSOL/videos/2396782597290974/?v=2396782597290974

27/07/2020 – LIVE às 19h – ACJM-BS convida - Conversa sobre o aniversário da tomada do Quartel Moncada, com Aníbal Ortega, Maria do Carmo Leite e Lina Noronha.
https://www.youtube.com/watch?v=iz263vLYMk8&feature=youtu.be

27/07/2020 – LIVE às 20h – ACJM-RJ convida para assistir “CONVERSAS SOBRE REBELDIA: REVOLUÇÕES” 
https://www.youtube.com/watch?v=QhwJ0cphiL4



26 de Julho: o que queriam os cubanos?
Por Karol LimaUnião da Juventude Rebelião – Rio de Janeiro
Há 67 anos, Fidel Castro e outros revolucionários como Abel Santamaria e Raul Castro, executaram o grande assalto ao quartel de Moncada, em Santiago de Cuba, dando início ao processo revolucionário pela derrubada do governo tirano de Fulgêncio Batista e a construção do socialismo. Em seu discurso intitulado posteriormente “A história me absolverá”, texto onde faz sua autodefesa, enquanto advogado, no tribunal de exceção do governo de Batista na ocasião de seu julgamento, Fidel enquanto réu, devido ao assalto em Moncada, relata que havia cinco leis revolucionárias que seriam proclamadas imediatamente após a tomada de Moncada, sendo divulgadas pelo rádio à nação. 
São elas: 1) Restituir a soberania do povo proclamando a Constituição de 1940 como a verdadeira lei suprema do Estado, até que o povo decidisse modificá-la ou substituí-la; 2) Conceder “a propriedade da terra, desimpedida e intransferível, a todos os colonos, subcolonos, arrendatários, parceiros e posseiros que ocupassem parcelas de cinco ou menos caballerías de terra, indenizando o Estado a seus antigos proprietários à base da renda média das referidas parcelas no curso de dez anos”; 3) Outorgar “aos operários e empregados o direito à participação de trinta por cento dos lucros de todas as grandes empresas industriais, mercantis e mineiras, inclusive as centrais açucareiras. […]”, 4) Conceder “a todos os colonos o direito de participar de cinquenta e cinco por cento do rendimento da cana e a cota mínima de quarenta mil arrobas a todos os pequenos colonos que fossem estabelecidos há três ou mais anos” e 5) Ordenar “a confiscação total dos bens de todos os dilapidadores dos bens públicos de todos os governos e dos seus coniventes e herdeiros, tanto dos bens recebidos por testamento ou sem testamento de maneira fraudulenta. Este confisco se daria através de tribunas especiais com pleno direito de acesso a todas as fontes de investigação, de intervenção nas sociedades anônimas registradas no país […] A metade dos bens recuperados iria para as caixas dos pensionistas operários e a outra metade para os hospitais, asilos e casas beneficentes. […] Uma vez terminada a luta e com o estudo prévio e minucioso de seu conteúdo e alcance, viria outra série de leis e medidas igualmente fundamentais: a Reforma Agrária, a Reforma Integral do Ensino e a Nacionalização do Truste de Eletricidade e do Truste Telefônico, a devolução ao povo do excesso ilegal na cobrança de suas tarifas e o pagamento de todas as quantias sonegadas à Fazenda Pública”.
O assalto a Moncada foi um momento determinante para a formação dos combatentes que fizeram triunfar a Revolução, criando novas lideranças e emulando a convicção ideológica de que precisavam fazer cair o governo covarde, brutal e de miséria de Batista. Nos anos 50, os setores mais importantes para a economia cubana, como o açúcar e o tabaco, estavam sob domínio norte-americano. Quase todas as minas e refinarias de petróleo eram de empresas norte-americanas. Cuba era um país verdadeiramente entregue aos interesses do imperialismo. O povo sofria com baixos salários, desemprego e analfabetismo de grande parte da população, vivendo na extrema pobreza enquanto estrangeiros passeavam em carros luxuosos pela ilha. 
Nesse cenário, o anseio pela revolução e a necessidade de implementação das leis revolucionárias cresce ainda mais. A reforma agrária, a distribuição de renda e o direito à terra significavam uma vida digna para o povo de Cuba. Todas as leis foram aplicadas pelo governo revolucionário e, por isso, o 
Nas palavras de Fidel, “esta é a Revolução socialista e democrática dos humildes, com os humildes e para os humildes. E por esta Revolução dos humildes, pelos humildes e para os humildes estamos dispostos a dar a vida”.
Viva Fidel e a Revolução! Sejamos todos como Che! Abaixo o imperialismo!  Pelo poder popular e pelo socialismo! 




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