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Solidariedade e fraternidade

A Revolução Cubana foi, e continua sendo, um movimento de grande intensidade histórica e transformadora para o continente, que influenciou toda a América Latina e o Caribe no campo político, social, educacional e cultural. Ela constituiu-se num pólo aglutinador da solidariedade latina contra o avanço do imperialismo estadunidense e de outras nações que apóiam os EUA, permitindo que diversas entidades progressistas se unissem na defesa das causas cubanas e pela manutenção de sua soberania. Como disse o comandante Fidel Castro, “Revolução é o sentido do momento histórico, é transformar tudo o que deva ser transformado”.

Ao longo de mais cinco décadas, surgiram dezenas de entidades culturais e sociais de solidariedade a Cuba no Brasil. Cada uma delas, de sua maneira, colaboram para fortalecer os laços de amizade e fraternidade entre o povo brasileiro e o povo cubano. Desde o triunfo da Revolução, foram milhares de iniciativas, como encontros, congressos, caravanas de solidariedade, campanhas de arrecadação de material escolar, de arrecadação de alimentos e remédios (quando ocorreram os grandes furacões) e, acima de tudo, ações de apoio ao povo cubano para construir uma nação soberana, independente, fraterna, inspirada em valores revolucionários e baseada na justiça social.

Os principais pilares que sustentam o sentimento de amizade, de fraternidade e de solidariedade do povo brasileiro com o povo cubano são os seguintes:

1. Apoio à Revolução Cubana: A Revolução, vitoriosa em 1º de janeiro de 1959, foi um dos grandes acontecimentos do século 20. Sepultou um período sombrio da história do povo cubano e lançou o país no caminho do progresso social.

2. Luta contra o bloqueio econômico: O bloqueio que os EUA impõem contra Cuba há mais de cinco décadas é uma das mais imbecis e brutais manifestações da tentativa de o imperialismo sufocar e arrasar a vontade e a autodeterminação do povo cubano.

3. Luta contra a ingerência dos EUA em Cuba: Com um discurso hipócrita de “promover a democracia” e “os direitos humanos”, os EUA movem diariamente campanha de desestabilização do governo cubano, chegando ao ponto de promover ataques a hotéis em território cubano e elaborar um “plano de contingência por uma Cuba livre”.

4. Pelo fechamento da prisão de Guantânamo: As detenções arbitrárias e secretas ferem os princípios fundamentais de direitos humanos. Estas injustiças não têm lugar no século 21. A perpetuação da prisão de Guantânamo, ilegalmente mantida pelos EUA em território cubano, alimenta o ressentimento e ameaça a segurança no lugar de promovê-la. As práticas de torturas a prisioneiros políticos capturados nas guerras contra Afeganistão e Iraque promovem efeito corrosivo no Estado de direito e no respeito aos direitos humanos.

5. Contra o terrorismo, pela extradição de Posada Carriles: Os EUA, que se consideram os paladinos da justiça mundial, protegem e abrigam o terrorista Luis Posada Carriles, fugitivo da justiça venezuelana e responsável da explosão em pleno vôo de um avião civil cubano em 1976 que custou a vida de 73 pessoas, dentre outros ataques. O governo venezuelano exige sua extradição para que ele seja julgado no país e responda pelos crimes que cometeu.

6. Divulgação de informações sobre Cuba: o portal Cuba Viva tem a finalidade de difundir e preservar a amizade e defender os interesses do povo cubano e da América Latina em território brasileiro.

O portal Cuba Viva se associa aos movimentos e às iniciativas que lutam pela autonomia e pela autodeterminação de Cuba, pela emancipação, libertação e dignidade dos trabalhadores e dos povos do mundo inteiro. A Revolução Cubana, graças à solidariedade ativa e à determinação de construir uma sociedade alternativa ao capitalismo, tem sido exemplo de resistência e motivo de reavivamento de sonhos para os que lutam por um mundo justo e verdadeiramente humano.